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As declarações recentes de Luana Piovani voltaram a repercutir, agora, com desdobramentos jurídicos. A atriz foi denunciada ao Ministério Público Federal por um vereador após comentários contundentes sobre evangélicos.
A representação foi apresentada por Guilherme Kilter, que considerou as falas ofensivas e potencialmente enquadráveis como intolerância religiosa.
Declaração gera reação
Em entrevista ao jornal O Globo, dias antes de novas críticas envolvendo Neymar e o vereador Lucas Pavanato, Piovani afirmou: “O evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano. Virou o protótipo de um ser desprezível. Virou uma indústria política”.
Para Kilter, o conteúdo ultrapassa os limites da liberdade de expressão. Segundo ele, as declarações “extrapolam os limites da liberdade de expressão e atingem a honra coletiva de milhões de brasileiros”.
O parlamentar sustenta que “as falas carregam, sem sombra de dúvidas, um caráter ofensivo e depreciativo desse grupo religioso”, conforme relatado pelo colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles.
Na denúncia, ele ainda cobra tratamento igual a casos semelhantes: “o mesmo peso e a mesma medida para declarações como essa”, defendendo que a apuração ocorra com rigor diante da dimensão da ofensa.
🚨 POLÊMICA: “O que há de pior”: Luana Piovani dispara contra evangélicos em fala polêmica
A atriz Luana Piovani fez críticas duras e generalizadas a evangélicos, afirmando que são “o que há de pior no ser humano” e que não representam amor ou respeito às diferenças. pic.twitter.com/mpOmmNEYBt
— Pesquisas Eleições (@EleicaoBr2026) April 9, 2026